15/06/2013

Explosão da Pedreira Intervales causa tremores aos  arredores de Santos, São Vicente e Cubatão.

Terça-feira dia 4 de junho, muitas pessoas que estavam aos arredores das cidades de Santos, São Vicente, e Cubatão sentiram tremores no solo e ficaram apavoradas, alguns prédios localizados no centro da cidade de Santos foram evacuados por conta do medo daqueles que ali estavam em meio do tremor, como noticiado no jornal da Globo, eram muitos os telefonemas aos bombeiros da região, e vários internautas utilizaram uma rede social para postar o que passaram no momento do abalo. “Senti um barulho bem forte. Algumas pessoas que trabalham no setor comigo sentiram o estrondo por volta das 17h50", explica o funcionário público Rafael Cicconi.

Segundo a Defesa Civil de Santos, o que aconteceu não foi um terremoto, e sim o reflexo de uma detonação na pedreira Intervales, que fica na área continental de Santos, as ondas da explosão se propagaram até as regiões afetadas. Por Daniel Onias Nossa, chefe da Defesa Civil de Santos. “O fato deve estar ligado com as explosões da pedreira Intervales, que fica na área continental bem em frente ao Centro da cidade. Então essa explosão foi sentida tanto no Centro de Santos e nas áreas dos morros, como também nos municípios vizinhos, principalmente em Cubatão”, afirma.


A explosão inicia-se quando um estímulo exterior provoca um aumento de energia cinética no explosivo, levando à quebra das ligações das moléculas afetadas, provocando a sua decomposição e consequente libertação de energia. Após ocorre a propagação no interior do explosivo, liberando a energia que vai gerar a decomposição das suas vizinhas. A frente desta propagação tem o nome de onda explosiva’’, sendo a velocidade desta mais ou menos constante no explosivo e característica do mesmo, mas podendo ser alterada por diversos fatores, inclusive a energia cinética inicial aplicada. Atingindo a superfície do explosivo, esta energia é libertada para o meio envoltório, ocasionando um aumento da pressão gerando uma onda com propagação radial e centrífuga, decrescendo a sua velocidade a partir do ponto de explosão. Os efeitos mecânicos traduzem-se na deslocação de materiais, por arrastamento ou por destruição.



A detonação ocorreu por volta da 17h45 no alto da Pedreira Intervale Minérios, localizada na Rodovia Cônego Domênico Rangoni, próximo à Ilha Barnabé. De acordo com a assessoria de imprensa da cidade, a empresa informou ao departamento que a carga utilizada na detonação é considerada normal. Segundo contato com a empresa que executou a explosão da pedreira, está era um explosão programada e não houve excesso de explosivos, como já foram feitas várias explosões na área, mas explica Daniel "Dessa vez a explosão foi realizada em uma parte bem alta da pedreira, em clima de nebulosidade e esses talvez tenham sido os motivo da repercussão do som nos municípios vizinhos”.

Em relação a este fato, o barulho foi influenciado pelo tempo, que estava nublado, pois quando o tempo está encoberto, a sensação do barulho é maior do que quando o céu está sem nuvens.


Referências:


G1. Explosão faz Prédios em Santos Tremerem. Disponível em: <http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/06/explosao-faz-predios-em-santos-tremerem-e-assusta-moradores.html>. Acesso em 15 de Junho de 2013.

G1. Defesa Civil Explica Tremor na Baixada Santista. Disponível em: <http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2013/06/defesa-civil-explica-tremor-sentido-na-baixada-santista-na-ultima-terca-feira.html>. Acesso em 15 de Junho de 2013.

OGLOBO. Explosão de Pedreira provoca tremor no Paraná. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/pais/explosao-em-pedreira-pode-ter-provocado-tremor-de-terra-em-cidade-do-parana-3195184#ixzz2WKoIrmHz>. Acesso em 15 de Junho de 2013.



GRUPO FARADAY

Bobina de Tesla



A bobina de Tesla foi desenvolvida por Nikola Tesla (1856 - 1943), físico Croata de ascendência sérvia, que em 1899, utilizando uma bobina de 12 milhões de volts produziu descargas elétricas de 38 metros de extensão, entre dois eletrodos colocados a uma altura de 61 metros do solo. A companhia elétrica da cidade pegou fogo após uma sobrecarga causada pela potência utilizada no experimento.
  Essa bobina, nada mais é que um transformador ressonante que eleva muito as tensões.
É de fácil construção e seu funcionamento não é nenhum "bicho de 7 cabeças". Um transformador primário eleva a tensão da rede de 110V ou 220V para 5.000V. Essa tensão é passada para um centelhador que está ligado a um capacitor e a bobina primária do transformador secundário. Quando o capacitor carrega, a tensão no centelhador aumenta fazendo com que o ar torne-se condutor (quebra da rigidez dielétrica) e transmita uma pico de corrente elétrica através do circuito. Isso acontece 120 vezes em um segundo.
Essa corrente que passa pela bobina primária do transformador secundário gera um campo magnético variável que induz uma corrente elétrica para a bobina secundária. Pelo número de espiras ser bem maior do que na bobina primária, a corrente elétrica é baixa mas a tensão obtida nos terminais são de 100.000V.
  Tesla tentou implantar sua bobina no transporte de energia em longa distâncias e na parte de comunicação. Porém esse não era o objetivo principal da bobina e os ruídos eram muito altos.

Vídeos sobre a Bobina de Tesla

Ficheiro:BobinaDeTesla.gif

GRUPO NEWTON


Físicos teletransportam objeto quântico por 97 km

     Há um tempo atrás, a ideia de teletransportar qualquer objeto parecia impossível. Ainda assim, os pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia da China resolveram mudar isso: Para realizar a façanha de teletransportar um objeto, os pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia da China criaram um mecanismo guiado a partir de um laser de 1,3 watt que permite a um fóton mudar de ponto sem se perder. Para que você, leitor, realmente entenda, é necessário dizer que a "ideia' do teletransporte é baseada no fato de que não é o objeto que é transportado, mas a informação que o descreve, ou seja: O que chega no "destino final" não é o objeto usado como ponto de partida, e sim uma cópia do mesmo.
       Esses mesmos físicos já trabalham com o estudo do teletransporte desde 2010, quando anunciaram o feito com de fótons individuais por quase 16 quilômetros e não obtiveram tanto destaque na mídia como conseguiram agora.

Grupo Doppler

14/06/2013

Aquecer água no micro-ondas

Se observar água sendo aquecida no fogo, ver-se-á a formação de pequenas bolhas iniciais de vapor antes da ebulição propriamente dita. E notar-se-á que essas pequenas bolhas formam-se a partir de irregularidades da superfície do recipiente.
Porém, como se sabe, ao contrário de um forno convencional onde os alimentos são aquecidos de fora para dentro, as microondas são focalizadas no centro do forno e o alimento aquece de dentro para fora.

Desta forma, num líquido
 aquecido por muito tempo num forno de microondas pode acontecer de a parte do centro estar a uma temperatura ligeiramente superior aos 100ºC da ebulição da água sem que se transforme em vapor. Esse fenômeno é chamado de superaquecimento. Qualquer perturbação na água superaquecida, tal como movimentar o recipiente ou introduzir uma saqueta de chá, vai levá-la à brusca passagem ao estado de vapor. Se a água tiver estado muito tempo a aquecer no microondas, grande parte dela pode passar a vapor, de forma explosiva, podendo causar queimaduras.



A maioria dos microondas atuais têm um prato giratório; a vibração causada por esse movimento é suficiente para que a água não chegue a superaquecer. Da mesma forma, com a trepidação de abrir a porta do microondas. Isto quer dizer que é altamente improvável que o jovem tivesse conseguido retirar a chávena do microondas e olhar para ela antes dela entrar em ebulição. Já ouvi falar de uma pessoa que se divertia a fazer esta demonstração para os amigos, mas tinha de tomar vários cuidados para retirar a chávena do forno sem causar a menor perturbação.

                                       Max Planck

Eletricidade sem Fios

Alguns ressonadores magnéticos podem ser acoplados através de seus campos
magnéticos. Os pesquisadores do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) descobriram que para determinadas frequências os ressonadores se ligam fortemente e mantêm eles unidos o mesmo para distâncias consideravelmente grandes comparadas ao tamanho do aparelho receptor. 

A radiação eletromagnética como sabemos transmite potência. Entretanto, a potência transmitida por esse tipo de radiação é aproveitada de maneira ineficiente e a potência captada é insuficiente para energizar grande parte dos aparelhos convencionais. Isso se deve em parte ao fato que a radiação eletromagnética se propaga em todas as direções, desperdiçando a maior parte de sua energia. O MIT também comprovou a viabilidade técnica de transmissão de energia sem conexão física e foi capaz de energizar uma lâmpada de 60W.

 A solução para a ineficiência de transmissão de potência foi aplicar o princípio de ressonância magneticamente acoplada. E esse foi o diferencial do experimento do MIT. 
Objetos ressonantes acoplados possuem a mesma frequência de ressonância e por isso tendem a trocar energia de forma muito eficiente e a interagir minimamente com os demais objetos de diferentes frequências de ressonância.



   Existe a possibilidade da formação de circuitos de forma não intencional presente no
espaço acoplado próximo do corpo humano. Muitas vezes os humanos não estão
cientes de sua capacidade de criar ou se tornar parte de um circuito. Artigos comuns que
vestimos como um colar ou bracelete pode atuar como uma antena em loop. Existe um
exemplo de uma pessoa usando um marca-passo em uma sala quando acidentalmente
algum circuito no marca-passo começou a oscilar em uma frequência que é a mesma de um grande transmissor de potência. Se essa situação acontece, é possível que a pessoa passe a receber muito mais pulsações no coração do que o necessário. Isso é uma preocupação importante que não pode ser descartada.
                                                            Grupo Galileu


http://www.prp.unicamp.br/pibic/congressos/xviicongresso/paineis/043181.pdf


07/06/2013

As teorias mais estranhas da Física

     Uma das primeiras etapas que antecedem uma descoberta científica é a formulação de uma teoria. Alguma dessas teorias se transformam em grandes revelações, mas outras são consideradas tão absurdas que parecem terem sido tirados de filmes de ficção científica. Ainda assim, é necessário lembrar que, se hoje algo pode parecer absurdo, amanhã a ciência pode nos mostrar que não é bem assim: "Quando a Teoria da Relatividade apareceu, todos acharam que era loucura. Mas, como ela resultou estar certa em muitos aspectos, a comunidade científica começou a tomar mais cuidado antes de rejeitar as novas ideias que aparecem”, explica o físico Pierluigi Piaczi. Confira, abaixo, uma lista de algumas teorias que podem ser extremamente curiosas:


O "eterno processo de expansão" causado pela presença de buracos brancos
     Alguns físicos acreditam que o universo estariam em expansão graças a uma formação constante de matéria, que estaria sendo criada "apartir do nada" e espalhada por aí. Se isso é possível? Sim, se você acreditar na existência dos tais buracos brancos, que seriam o "segundo lado" dos buracos negros. O físico Piaczi, um dos adeptos da tal teoria, explica: Assim, quando uma estrela entra em colapso e forma um buraco negro, condensando tudo num volume pequeno, essa matéria apareceria em outro ponto, do outro lado desse buraco negro”.

O universo é o buraco negro de outro universo
     Essa história de que pode haver um “outro lado” do buraco negro deu origem a outra teoria: podemos estar no buraco negro de outro universo. Absurdo? Não para o físico Lee Smolin, do Perimeter Institute, no Canadá, que foi quem propôs formalmente essa ideia no final dos anos 90. Apesar de parecer um absurdo no primeiro momento, a teoria tem lógica se considerarmos que o Big Bang foi o começo do tempo e do espaço, enquanto no interior de um buraco negro o tempo e o espaço acabam. Isso significa que nosso universo tem um pai, um avô e toda uma genealogia por aí. Teria filhos também, que herdariam as características cosmológicas do universo inicial, com pequenas variações que formariam um universo com certas diferenças, mas não completamente. Isso está relacionado à Teoria da Evolução, de Darwin, e os Universos mais aptos – ou seja, os que criam mais buracos negros – se reproduzem mais.

Existem múltiplos universos – e neles existem pessoas idênticas a você
     Para entender a existência de universos múltiplos, o físico Stan Mart pode nos ajudar: "Vamos usar a chamada de Gato de Schrödinger, na qual um gato está vivo e morto ao mesmo tempo. A hipótese foi concebida pelo físico austríaco Erwin Schrödinger. Funciona assim: imagine um gato preso numa caixa fechada, ameaçado por partículas radioativas que poderiam ser liberadas dentro dela. Se isso acontecesse, o gato morreria; caso contrário, ele permaneceria vivo. Haveria então 50% de chances de o gato estar vivo e 50% de estar morto." Seguindo esse raciocínio de Schrödinger, isso significa que as duas realidades aconteceriam ao mesmo tempo e o gato estaria vivo e morto até que a caixa fosse aberta. A presença de um observador acabaria com dualidade porque, se houvesse o mínimo de interferência, as realidades paralelas do mundo subatômico entrariam em colapso e só veríamos uma delas. Mas, segundo algumas teorias de universos múltiplos, a coisa não acabaria por aí. Ao abrir a caixa, você produziria um universo paralelo em que uma pessoa idêntica a você abre a caixa e encontra o gato no estado oposto. Outras situações semelhantes produziriam novos universos paralelos, numa coisa sem fim. 

Fontes: Revista Galileu e Perimeter Institute
Grupo Doppler

06/06/2013

ÁGUA E LUZ SOLAR


Os desenvolvedores da IBM criaram um painel solar , a novidade que não é para apenas gerar a eletricidade , mas aproveita o calor coletado para dessalinizar agua do mar 
Segundo um estudo realizado pela European Solar Thermal Electricity Association, seria necessário apenas 2% da área total do deserto do Saara para fornecer a eletricidade necessária ao mundo inteiro, porem essa tecnologia está com um custo muito elevado 

Sua superfície é coberta por pequenos espelhos que refletem luz em receptores contendo centenas de chips conversores de energia. Cada receptor, dessa forma, recebe energia 'concentrada', em maior quantidade do que luz solar direta. 
Uma vez alinhado, os raios do sol refletem nos espelhos para vários receptores, conseguindo converter 200 watts de energia, em média, ao longo de um dia típico de oito horas numa região que habitualmente receba sol. 

Logo nesse sistema, água salgada pode ser reutilizada no processo, para água potável. Um metro quadrado de receptores pode dessalinizar até 40 litros de água por dia.
                              Grupo Galileu




Sexto Sentido dos tubarões

   Mandíbula enorme,dentes afiadíssimos,olfato e audição super apurados,um dos maiores predadores do mar,e para aprimorar a sua caçada que tal um sexto sentido?Alguns peixes desenvolveram um sexto sentido,mas isso não tem nada ver com o tal sexto sentido sobrenatural,nada de fantasmas,intuições ou algo do tipo,estamos falando de eletricidade.

   Os tubarões desenvolveram uma capacidade de sentir campos elétricos fracos,que são gerados por outros seres vivos,o seu focinho é cheio de detectores em seus poros que são chamados de ampolas de Lorenzini,elas são cheias de células sensoriais que respondem ao perceber uma carga elétrica e informam rapidamente ao cérebro sobre o campo.



   O tubarão martelo levou isso bem mais a sério do que as outras espécies relacionadas.Por causa do seu formato estranho,ele acomoda muito mais ampolas do que outras espécies.Sua habilidade de eletrorrecepção é tão grande que lhe permite caçar de noite sem usar os seus outros sentidos.



   De acordo com especialistas,os tubarões não são considerados peixes-elétricos,pois não são capazes de gerar cargas elétricas como o Poraquê e a enguia.


                              Grupo Newton


Fontes:
      

‘’Eletrônios (eletricidade + neurônios)’’


Especialistas britânicos, acreditam que se pode eletrizar o cérebro, e com isso aumentar a sua velocidade de aprendizado. Aplicando uma baixa corrente elétrica em uma parte específica do cérebro pode tornar o aprendizado mais fácil.

Pesquisadores de Faculdade de Oxford, Inglaterra, estudam alguns cérebros de pacientes que já tiveram algum problema com derrame, mas também utilizam cérebros saudáveis. Orientados pela professora Johansen-Berg usaram a ressonância magnética para monitorar as atividades cerebrais, tentando recuperar as atividades motoras de pacientes que já sofreram derrame. A principal descoberta é que o cérebro se reestrutura e é muito flexível.

Com o estudo, especialistas procuraram entender se a estimulação não invasiva do cérebro ajudaria na recuperação das capacidades motoras. Em pouco tempo foram relatados melhorias em pacientes que já obtiveram derrame. Como se não fosse o bastante, os mesmos estímulos foram feitos em cérebros adultos saudáveis, e então foi notado que a velocidade de aprendizado desses pacientes aumentou significativamente.

Para entender esse efeito a equipe fez um teste em que os voluntários memorizavam uma sequência de botões para apertar. Enquanto realizavam o teste recebiam estímulos de uma corrente transcraniana em certos lugares de suas cabeças. Foi passada uma corrente de baixa intensidade dentro do cérebro que dependendo da direção, diminuía ou aumentava a atividade em determinado lugar do cérebro. Em comparação a outro teste feito, o com estímulos demonstrou efeitos positivos em termos de aprendizado.

Os experimentos de direcionar o estímulo a área do cérebro que controla a atividade motora permite que tarefas envolvendo movimentos sejam aprendidas mais rápido, ou seja, estimulando a correta parte do cérebro, pode-se aumentar a velocidade do aprendizado.

Pesquisadores acreditam que o mesmo método sendo aplicado em outras partes do cérebro, possa melhorar outros aprendizados.

                                       Grupo Ptolomeu
                                               Fonte



01/06/2013

O lixo pode virar energia elétrica

O lixo pode ser transformado em energia elétrica. Só as 300 maiores cidades brasileiras poderia produzir 15% da energia elétrica total consumida no país.
Essa nova alternativa além de iluminar casas, ativar indústrias e mover carros, ela ajuda na redução de lixões e aterros sanitários, menor produção de gases poluentes, menos riscos ao meio ambiente e uma fonte de energia limpa e renovável. 
No lado social, essa técnica promoveria menos riscos à saúde humana, geraria mais empregos e forneceria energia mais barata.
Isso também seria muito bom para a economia, pois seriam feitos cortes de gastos. O aproveitamento de resíduos é considerado uma alternativa viável para substituir combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás), sendo uma boa opção para a redução da emissão de gases poluentes que provocam o efeito estufa.

Se o país transformasse seu lixo em energia, conseguiria implantar cerca de 750 usinas, que forneceriam energia para aproximadamente 22,5 milhões de habitantes - cada 200 toneladas por dia do lixo doméstico orgânico permitiriam a implantação de uma Usina Termelétrica com a potência de três Megawatts, capaz de atender uma população de 30 mil habitantes.

O Brasil possui grande potencial para gerar energia elétrica a partir de resíduos sólidos e a alternativa poderia aumentar a atual oferta do país em 50 milhões de Megawatt-hora por ano, ou mais de 15% do total atualmente disponível.

Existem alguns centros de pesquisa que têm se dedicado ao estudo da conversão do lixo em energia e suas inúmeras aplicações.
A transformação se a por duas formas: pela incineração da parte seca do lixo e pela compostagem da fração orgânica. No processo de incineração, a energia é gerada através da queima completa dos resíduos secos.

Já no processo de compostagem é decomposição da matéria orgânica por microorganismos, gerando um conjunto de gases denominado biogás. A fermentação é geralmente feita em biodigestores, ou em aterros sanitários munidos de sistema de dutos de coleta do biogás.
 


O lixo doméstico é composto de 60% de matéria orgânica, 30% de matéria seca e 10% de matéria não aproveitável. Numa cidade que gera 350 toneladas/dia de lixo, as 210 toneladas de orgânicos forneceriam cerca de 2,5 MWatts. A fração seca, apesar de menor, produziria 3,5 MW devido ao maior poder calórico de seus componentes: borracha, madeira, plástico, papel. Esses 6MW totais seriam suficientes para abastecer 60 mil residências.


Fonte:
http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?did=26524&action=reportagem

Grupo FARADAY


Corais ligados a eletricidade



Alguns corais da baia da indonésia estavam sem uso e condenados ate que uma mergulhadora teve a ideia de liga-los a uma corrente elétrica, e agora o recife esta florido, essa ideia esta sendo utilizada cada vez mais por pessoas do mundo todo.
Tendo como funcionamento o seguinte modo: um cabo revestido de plastico preto fica sob a areia para reaparecer,um pouco mais longe nas águas turquesas da lagoa, e repousa no fundo marinho e termina dez metros depois, ligando um dispositivo metálico submarino onde ficar especies de ''bebes corais" de apenas alguns centímetros. A estrutura foi instalada ha alguns meses mas as barras de ferro já estão cheias de calcário fazendo a felicidade de centenas de peixes  que se instalaram para ter seu viveiro. Ali existe uma gaiola metálica que sustenta o conjunto e que foi imersa há onze anos.
Podemos dizer que tudo isso é extraordinário, pois tudo isso começou com a ideia de uma alemã que mergulhou pela primeira vez em 1992 na baia de Pemuteran, no norte da ilha indonésia de Bali e ficou tao maravilhada com a beleza dos corais, que no fim dos anos 90 acabou ficando submersa depois que foi agredida pela pesca com uso de cianureto e dinamite, e foi ai que ela teve a brilhante ideia de fazer uma estrutura metálica que fosse ligada uma corrente elétrica de voltagem fraca, sendo inofensiva, causando o crescimento de calcário, numa especie de construção espontânea.
Outras experiencias foram  feitas e o mesmo fenômeno aconteceu com corais, os corais se desenvolveram de duas a seis vezes mais rápido, chegando a fazer crescer recifes em alguns anos.
Hoje são 60 gaiolas na baia de Pemuteran, e agora o recife ressuscitou e esta melhor que antes, e esse projeto foi tao bom que foi utilizado por cerca de 20 países localizados no Pacifico, no Índico e no Mediterrâneo.
E esse projeto não apenas ressuscita como também torna-os mais resistentes em particular contra o embranquecimento, q ocorre com o aquecimento climático e a taxa de sobrevivência aumenta de 16 a 50 vezes mais. Depois disso a temperatura em Pemuteran subiu a 34 graus nos últimos 2 anos, e apenas 2% dos corais morreram, enquanto antigamente em 1998 morriam quase todos.













Grupo Ptolomeu 

25/05/2013

4 descobertas que desafiam a Física

1. O Sol pode emitir ondas mais quentes que ele mesmo


De acordo com as leis da termodinâmica, o calor viaja sempre do corpo mais quente para o corpo mais frio. É uma lei universal. Ou quase. Ao que tudo indica, o Sol consegue emitir ondas de calor mais quentes do que ele mesmo.
A superfície da estrela tem, em média, 5500° Celsius de temperatura. Já a camada que fica a centenas de quilômetros do Sol, conhecida como “corona”, tem uma temperatura média de um milhão de graus Celsius. Segundo a física, a fonte de calor (o Sol) deveria ser mais quente do que sua emissão.




2. A lei da conservação não funciona o tempo todo

Suponha que a Terra seja consumida por um buraco negro. A massa dele aumenta, da mesma forma que a sua massa aumenta após as refeições. Afinal, tudo o que você comeu ainda está lá dentro. Só que, algumas vezes, os buracos negros desaparecem completamente – levando tudo o que engoliram junto com eles.
Ao desaparecer eles deveriam emitir uma onda de radiação proporcional a tudo o que consumiram. Mas, de acordo com Stephen Hawking, tudo o que eles fazem é lançar ondas aleatórias de energia. De forma simples: se algum dia a Terra for realmente engolida por um Buraco Negro, não só o planeta deixará de existir, mas também qualquer sinal de que um dia ele existiu.



3. A Teoria de Relatividade de Einstein pode estar errada

Segundo Albert Einstein, o limite da velocidade de tudo o que existe em nosso universo é 299,792,458 metros por segundo – a conhecida velocidade da luz. É nessa regra que se baseia a teoria da relatividade do físico.
Foi em 2011, quando cientistas do CERN (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear) dispararam um raio de partículas por 730 km, que a veracidade da teoria foi questionada. O problema é que o raio chegou a seu destino, na Itália, 60 nano segundos antes do que era esperado, o que mostra que o disparo superou a velocidade da luz.



4. A gravidade não faz tanto sentido assim


A gravidade está envolvida em tudo o que fazemos – afinal é ela que nos mantém presos na Terra. Mas e se a lei da gravidade não fosse uma lei? E se ela não fizer sentido? Pois saiba que em menor escala, ela não faz sentido algum. Basta esfregar o tubo de uma caneta do tipo “Bic” em seus cabelos e passa-la por cima de uma pilha de pedaços de papel. O papel é instantaneamente atraído pela eletricidade estática da caneta e gruda nela, contrariando as leis da física.
Esse fenômeno é chamado de “problema da hierarquia de Higgs”. Quando pequenas partículas são analisadas, a gravidade torna-se muito fraca – ela segue as leis de Newton apenas em objetos maiores. Isso significa que, quanto menor for a escala do objeto analisado, maiores são as possibilidades de a gravidade desaparecer completamente.


Grupo Faraday

24/05/2013

Aquele que põe pra dormir

      O peixe Electrophorus electricus, conhecido popularmente como Poraquê (cujo mesmo significa “aquele que põe para dormir”) é uma espécie que habita os rios amazônicos e é muito temido pelos ribeirinhos, pois o mesmo é capaz de derrubar um cavalo!


      O poraquê possui células modificadas que são capazes de gerar eletricidade (eletrócitos), e, quando ameaçado, produz uma descarga elétrica que pode chegar a 500 volts! A mesma voltagem pode matar um homem adulto! Um poraquê adulto pode ter cerca de dez mil mioeletroplacas, que são conjuntos de eletrócitos.

Abaixo, segue um vídeo onde esse “peixe elétrico” é mordido erroneamente por um jacaré desavisado.

      A carga elétrica é tão grande que, os músculos começam a se contrair intensamente, tornando impossível o controle dos movimentos. Os órgãos internos também são afetados, o coração entra em colapso e por fim, para de bater.

                                                                                                                                             Grupo Tesla
Fontes:
Google Imagens - Poraquê
Youtube


19/05/2013

Tinta Sun-Believable

Cientistas do Reino Unido estão desenvolvendo uma tinta especial capaz de capturar luz solar e transformá-la em energia.
Se obtiverem sucesso, as casas e escritórios da Inglaterra juntos poderiam gerar um terço de toda a energia no país. Não teremos mais que utilizar painéis solares, no futuro o máximo que teremos que fazer é passar uma demão de tinta onde quisermos capturar luz para gerar energia.
Isso é feito através de uma mistura de nanopartículas de dióxido de titânio com sulfureto ou seleneto de cádmio, que são dois compostos que absorvem fótons. Os cientistas aplicaram a tinta em um superfície transparente e expuseram na luz solar, mas ela ainda apresenta certas complicações a serem melhorias pois  só conseguem capturar e transformar em energia elétrica 1% da luz solar capturada. Em quando os painéis solares comuns conseguem de 10 a 15% de conversão. Porém eles afirmam que a fabricação da tinta é barata, e muito fácil de ser produzida em grande escala.
Outro problema seria com as cores, pois eles obteriam uma melhor eficiência combinando elementos que gerou uma cor marrom clara. Isso seria um grande problemas já que muitas pessoas poderiam não gostar de ter sua casa com esta cor, porem seria um bom sacrifício por uma economia na conta se luz não é mesmo?
Prashant Kamat e John A. Zahm do departamento de Ciência em Química e Bioquímica da universidade planejam conseguir melhoria e comercializar a tinta até o final de 2014 e esperam que na década de 2020, todos os países já utilizem desta vantagem.


Grupo Ptolomeu

17/05/2013

Enguias, um fio desencapado!


  Electrophorus electricus, mais conhecida como enguia é um peixe que pode chegar até 2,5 metros de comprimento e são capazes de produzir descargas elétricas de até 600 volts, quase três vezes mais que uma tomada doméstica de 220V ou cinco vezes mais que uma de 110V. Isso é capaz porque na cauda há um conjunto de músculos modificados do rabo que funciona como se fossem uma série de três pilhas. A mais fraca exerce a função sensorial, para navegar e comunicar-se com as outras enguias. As duas mais fortes servem para o ataque e a defesa. Com isso, quando precisa imobilizar a presa para engoli-la ou para fugir de predadores basta toca-los. A corrente elétrica circula por fora da pele dela  e quando tocada, descarrega toda eletricidade contida nela, como condutores elétricos. Após a descarga, essas "pilhas" demoram dias para recarregar. Por isso, nunca tenha uma em casa esperando reduzir os gastos com energia elétrica!


Enguia


Grupo Newton


Cientistas criam sistema que pode recarregar baterias de celular por atrito


    Baseado em estudos de eletricidade estática, pesquisadores criaram um dispositivo que  armazena energia produzida a partir do atrito entre metais e plásticos capazes de recarregar baterias de smartphones .
     O atrito faz com que os elétrons se agitem e fique com carga necessária para as funcionalidades desejadas. Vários materiais podem se utilizados para a produção de energia mecânica, mas apenas alguns podem ser convertidos em energia elétrica.
     O projeto propõe o tamanho do carregador necessário para a geração de energia para a recarga do aparelho.

Grupo Galileu

Eletrostática


Através de alguns estudos realizados concluiu-se que durante um processo de atritamento, há uma transferência de elétrons de um corpo para o outro, e também que a força de atração ou a de repulsão entre os corpos se devem a uma propriedade da matéria denominada carga elétrica. Temos, portanto uma força de origem elétrica. Como há dois tipos de força elétrica (a de atração e a de repulsão). Ocorrem dois tipos de carga elétrica de comportamentos opostos (eletricidade positiva e eletricidade negativa)

Um condutor extenso eletrizado encontra-se em equilíbrio eletrostático quando, em sua superfície ou em seu interior, não existe movimento ordenado de cargas elétricas.
Quando ele recebeu esse excesso de cargas elétricas e como elas se repelem e se movem no condutor, a tendência é ficarem o mais longe possível, ou seja, na superfície externa. No interior do condutor, onde não existem cargas em excesso, o campo elétrico deve ser nulo  e o potencial elétrico  V constante, caso contrário haveria movimento ordenado de elétrons. Na superfície, o campo elétrico  não é nulo e é normal à superfície (de afastamento para cargas positivas e de aproximação para negativas) e o potencial elétrico V é constante, pois as cargas elétricas em excesso não se movem.

Um exemplo de experiência de eletrostática básico é que se colocarmos uma folha na parede e passarmos a caneta, a folha gruda na parede porque quando atritamos a caneta na folha algumas regiões da folha ficam carregadas, a caneta por sua vez fica com cargas opostas. Todavia, as cargas da caneta escoam-se para Terra. Quando é colocado contra a parede, a folha atrai força das mesma, contrárias as que possui.




Grupo: Max Planck

16/05/2013

A vida de Albert Einstein

  Albert Einstein, o homem que destruiu os conceitos da física clássica e abriu caminho para a ciência contemporânea, é até hoje conhecido como o grande pai da física. Dono de uma mente brilhante, Einstein mudou radicalmente o que se sabia sobre tempo, massa e energia, abrindo espaço para diversas outras descobertas realizadas ainda hoje. Porém, o que não se sabe, é que por trás de toda essa imagem brilhante, existiram também épocas difíceis: Até os três anos de idade, diferente da maioria das crianças, ele não falava nenhuma palavra. Aos nove, tinha tantas dificuldades escolares que os pais chegaram a pensar na possibilidade de que seu filho tivesse algum problema mental. Ainda assim, as coisas não demoraram a fluir: Alguns estudos biográficos o mostram como um prodígio que dominava física de nível universitário antes dos 11 anos de idade. Perto de seus 26 anos, ao publicar a sua Teoria Especial da Relatividade, viu seu trabalho ser considerado um marco da Física contemporânea: Com repercussões em todos os outros ramos da ciência, Albert queria mudar o mundo: Com o seu trabalho, vieram diversos benefícios, como a chave para a explicação da origem do Universo e a para desintegração do átomo (mesmo que, ainda assim, dessas mesmas descobertas, tenha nascido a terrível bomba atômica).
      Entre as pessoas próximas, o físico também era admirado pela sua modéstia admirável, que o fazia tratar todos com igual distinção. Banesh Hoffman, escritor da mais importante biografia sobre o físico, lembra-se que, ao entrevista-lo pela primeira vez em 1972, chegou muito nervoso ao local em que o encontraria, mas Albert fez questão de esclarecer que gostaria de ser tratado normalmente e ainda pediu "Por favor, peço que fale devagar. Tenho dificuldade em entender as coisas quando são faladas rápido demais". Depois disso, Hoffman não viu mais motivos para ficar nervoso, mas viu sua admiração pelo seu entrevistado aumentar ainda mais.
      Era um homem que, assim como sua mãe, tinha uma natureza sonhadora. Também possuía talentos musicais que começaram quando ganhou seu primeiro violino, aos 6 anos, se tornando um violinista brilhante. Essas duas coisas, sua imaginação e a música, seriam seus refúgios nas piores fases de sua vida. Ao tentar entrar na Escola Politécnica de Zurique, foi reprovado e só conseguiria passar nas provas de admissão no ano seguinte, quando já estava melhor preparado. Ainda assim, era um aluno rebelde, fazia perguntas consideradas impertinentes e faltava muito. Depois da formatura, trabalhou como técnico de terceira classe no Serviço Suíço de Patentes, um trabalho que lhe dava muito tempo livre que era usado para fazer anotações e cálculos, que eram escondidos sempre que alguns de seus colegas apareciam, para que não fosse descoberto que estava dedicando seu tempo a outras coisas que não eram referentes ao trabalho.
     Mais tarde, Einsten se casou e teve dois filhos, mas também viu seu casamento (que já não andava bem) se desmanchar ao ingressar na Primeira Guerra Mundial. Seus últimos 20 anos de vida foram nos Estados Unidos, no campus da Universidade de Princeton, onde se dedicava a suas três coisas favoritas: Tocar violino, velejar e aos estudos da física. O físico faleceu no dia 18 de abril de 1955, num hospital perto da universidade. 

Grupo Doppler
Fonte: Biografia Albert Einstein, Companhia das Letrinhas.

11/05/2013

Ratos se comunicam por telepátia


Uma experiência feita com dos ratos uma aqui no Brasil e outro no Estados Unidos permite que os mesmo se comuniquem através de poderes telepáticos, os animais tem microelétrodos implantados em seu cérebro. Foi criada uma interfase de cérebro para cérebro, que permite ler e transmitir  estímulos remotos.
A cobaia que esta aqui no Brasil vê uma luz acender em um ponto de sua gaiola conectada a uma alavanca, quando ela a pressiona ganhando alimento como recompensa. Logo após é feito o mesmo com a cobaia do Estados Unidos, só que em vez de uma alavanca tem duas em sua gaiola, uma é igual a que estava na gaiola da outra cobaia. Então a cobaia do EUA escolhe a alavanca certa e recebe recompensa também.
Este experimento foi repetido, e a cobaia escolheu a alavanca correta em 60% das vezes. Isso porque os cérebros das cobaias estão conectados a fios e seus “pensamentos” (Não são pensamentos e sim uma reprodução de atividades na região motora do córtex cerebral nas mesmas áreas e com a mesma intensidade no cérebro receptor) sendo transmitidos pela internet. Com uma distancia de 6.500 km, a cobaia do Brasil aprende uma informação que é interpretada pelo implante e enviada para a cobaia no EUA, que ao receber repete a ação.
Esse é o novo feito do neurocientista Miguel Nicolelis.

 “A experiência mostrou que estabelecemos uma comunicação sofisticada e direta entre dois cérebros", disse Nicolelis. "Basicamente, estamos criando o que chamo de computador orgânico. Num futuro distante, talvez seremos capazes de nos comunicar por uma rede entre cérebros."
fonte: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ld_9CnH9m9I

Grupo Ptolomeu   


Luz nossa de cada dia


  Todos os dias usamos lâmpadas, chuveiros, tomadas que funcionam através de energia elétrica,mas da onde vem a energia que nós usamos?como ela chega até nossa casa?
  Graças aos geradores é que temos energia elétrica todos os dias em nossas casas e também em diversos lugares. Ela facilitou a nossa vida, já que graças a ela podemos ligar uma TV, uma geladeira, um forno micro-ondas, etc. Nas usinas geradoras de energia elétrica que utilizam como princípio básico a água, ou seja, nas usinas hidrelétricas, o movimento do eixo do gerador é obtido com a queda de água. Graças a uma vasão controlada, a água que cai pela tubulação choca-se com as pás da turbina e faz com que gire o circuito fixado ao eixo do gerador.
  Já nas usinas termelétricas, o movimento dos geradores se dá através da queima de um combustível. Nessa usina, a água é vaporizada em uma caldeira e o vapor é conduzido à alta pressão por uma tubulação até às pás de uma turbina, cujo eixo estará apoiado ao gerador.Com o choque entre as moléculas do vapor d’água à alta pressão e as pás da turbina, obtém-se o movimento do eixo do gerador. Posteriormente, o vapor d’água é resfriado no radiador, onde a água volta ao estado líquido, sendo depois injetada na caldeira, para ser novamente vaporizada.
  Nas usinas nucleares, o movimento do eixo do gerador também é obtido pelo choque das moléculas do vapor de água à alta pressão com as pás da turbina. O processo de vaporização da água, entretanto, é outro. Aqui, o combustível utilizado é o urânio. O composto urânio fica armazenado no reator nuclear. Por meio do lançamento controlado de nêutrons, o núcleo de urânio desintegra-se com liberação de grande quantidade de energia, que é utilizada para vaporizar a água armazenada ao redor do reator. O vapor é conduzido à alta pressão, por uma tubulação, até às pás da turbina. Depois do choque com as pás, o vapor é liquefeito e reconduzido para as proximidades do reator, onde é novamente aquecido e vaporizado.
E esses são os modos como usamos para obter energia, apesar deles nos ajudarem muito, qualquer um desses meios causa impactos muito grande na natureza, que vem gerando grande debate no Brasil e no Mundo.
Então, ainda acha simples a energia que chega até você?



Grupo Newton

Fonte:http://fisica.cdcc.sc.usp.br/olimpiadas/01/artigo1/fontes_eletrica.html
http://www.brasilescola.com/quimica/formas-obtencao-energia.htm