06/06/2013

Sexto Sentido dos tubarões

   Mandíbula enorme,dentes afiadíssimos,olfato e audição super apurados,um dos maiores predadores do mar,e para aprimorar a sua caçada que tal um sexto sentido?Alguns peixes desenvolveram um sexto sentido,mas isso não tem nada ver com o tal sexto sentido sobrenatural,nada de fantasmas,intuições ou algo do tipo,estamos falando de eletricidade.

   Os tubarões desenvolveram uma capacidade de sentir campos elétricos fracos,que são gerados por outros seres vivos,o seu focinho é cheio de detectores em seus poros que são chamados de ampolas de Lorenzini,elas são cheias de células sensoriais que respondem ao perceber uma carga elétrica e informam rapidamente ao cérebro sobre o campo.



   O tubarão martelo levou isso bem mais a sério do que as outras espécies relacionadas.Por causa do seu formato estranho,ele acomoda muito mais ampolas do que outras espécies.Sua habilidade de eletrorrecepção é tão grande que lhe permite caçar de noite sem usar os seus outros sentidos.



   De acordo com especialistas,os tubarões não são considerados peixes-elétricos,pois não são capazes de gerar cargas elétricas como o Poraquê e a enguia.


                              Grupo Newton


Fontes:
      

‘’Eletrônios (eletricidade + neurônios)’’


Especialistas britânicos, acreditam que se pode eletrizar o cérebro, e com isso aumentar a sua velocidade de aprendizado. Aplicando uma baixa corrente elétrica em uma parte específica do cérebro pode tornar o aprendizado mais fácil.

Pesquisadores de Faculdade de Oxford, Inglaterra, estudam alguns cérebros de pacientes que já tiveram algum problema com derrame, mas também utilizam cérebros saudáveis. Orientados pela professora Johansen-Berg usaram a ressonância magnética para monitorar as atividades cerebrais, tentando recuperar as atividades motoras de pacientes que já sofreram derrame. A principal descoberta é que o cérebro se reestrutura e é muito flexível.

Com o estudo, especialistas procuraram entender se a estimulação não invasiva do cérebro ajudaria na recuperação das capacidades motoras. Em pouco tempo foram relatados melhorias em pacientes que já obtiveram derrame. Como se não fosse o bastante, os mesmos estímulos foram feitos em cérebros adultos saudáveis, e então foi notado que a velocidade de aprendizado desses pacientes aumentou significativamente.

Para entender esse efeito a equipe fez um teste em que os voluntários memorizavam uma sequência de botões para apertar. Enquanto realizavam o teste recebiam estímulos de uma corrente transcraniana em certos lugares de suas cabeças. Foi passada uma corrente de baixa intensidade dentro do cérebro que dependendo da direção, diminuía ou aumentava a atividade em determinado lugar do cérebro. Em comparação a outro teste feito, o com estímulos demonstrou efeitos positivos em termos de aprendizado.

Os experimentos de direcionar o estímulo a área do cérebro que controla a atividade motora permite que tarefas envolvendo movimentos sejam aprendidas mais rápido, ou seja, estimulando a correta parte do cérebro, pode-se aumentar a velocidade do aprendizado.

Pesquisadores acreditam que o mesmo método sendo aplicado em outras partes do cérebro, possa melhorar outros aprendizados.

                                       Grupo Ptolomeu
                                               Fonte



01/06/2013

O lixo pode virar energia elétrica

O lixo pode ser transformado em energia elétrica. Só as 300 maiores cidades brasileiras poderia produzir 15% da energia elétrica total consumida no país.
Essa nova alternativa além de iluminar casas, ativar indústrias e mover carros, ela ajuda na redução de lixões e aterros sanitários, menor produção de gases poluentes, menos riscos ao meio ambiente e uma fonte de energia limpa e renovável. 
No lado social, essa técnica promoveria menos riscos à saúde humana, geraria mais empregos e forneceria energia mais barata.
Isso também seria muito bom para a economia, pois seriam feitos cortes de gastos. O aproveitamento de resíduos é considerado uma alternativa viável para substituir combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás), sendo uma boa opção para a redução da emissão de gases poluentes que provocam o efeito estufa.

Se o país transformasse seu lixo em energia, conseguiria implantar cerca de 750 usinas, que forneceriam energia para aproximadamente 22,5 milhões de habitantes - cada 200 toneladas por dia do lixo doméstico orgânico permitiriam a implantação de uma Usina Termelétrica com a potência de três Megawatts, capaz de atender uma população de 30 mil habitantes.

O Brasil possui grande potencial para gerar energia elétrica a partir de resíduos sólidos e a alternativa poderia aumentar a atual oferta do país em 50 milhões de Megawatt-hora por ano, ou mais de 15% do total atualmente disponível.

Existem alguns centros de pesquisa que têm se dedicado ao estudo da conversão do lixo em energia e suas inúmeras aplicações.
A transformação se a por duas formas: pela incineração da parte seca do lixo e pela compostagem da fração orgânica. No processo de incineração, a energia é gerada através da queima completa dos resíduos secos.

Já no processo de compostagem é decomposição da matéria orgânica por microorganismos, gerando um conjunto de gases denominado biogás. A fermentação é geralmente feita em biodigestores, ou em aterros sanitários munidos de sistema de dutos de coleta do biogás.
 


O lixo doméstico é composto de 60% de matéria orgânica, 30% de matéria seca e 10% de matéria não aproveitável. Numa cidade que gera 350 toneladas/dia de lixo, as 210 toneladas de orgânicos forneceriam cerca de 2,5 MWatts. A fração seca, apesar de menor, produziria 3,5 MW devido ao maior poder calórico de seus componentes: borracha, madeira, plástico, papel. Esses 6MW totais seriam suficientes para abastecer 60 mil residências.


Fonte:
http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?did=26524&action=reportagem

Grupo FARADAY


Corais ligados a eletricidade



Alguns corais da baia da indonésia estavam sem uso e condenados ate que uma mergulhadora teve a ideia de liga-los a uma corrente elétrica, e agora o recife esta florido, essa ideia esta sendo utilizada cada vez mais por pessoas do mundo todo.
Tendo como funcionamento o seguinte modo: um cabo revestido de plastico preto fica sob a areia para reaparecer,um pouco mais longe nas águas turquesas da lagoa, e repousa no fundo marinho e termina dez metros depois, ligando um dispositivo metálico submarino onde ficar especies de ''bebes corais" de apenas alguns centímetros. A estrutura foi instalada ha alguns meses mas as barras de ferro já estão cheias de calcário fazendo a felicidade de centenas de peixes  que se instalaram para ter seu viveiro. Ali existe uma gaiola metálica que sustenta o conjunto e que foi imersa há onze anos.
Podemos dizer que tudo isso é extraordinário, pois tudo isso começou com a ideia de uma alemã que mergulhou pela primeira vez em 1992 na baia de Pemuteran, no norte da ilha indonésia de Bali e ficou tao maravilhada com a beleza dos corais, que no fim dos anos 90 acabou ficando submersa depois que foi agredida pela pesca com uso de cianureto e dinamite, e foi ai que ela teve a brilhante ideia de fazer uma estrutura metálica que fosse ligada uma corrente elétrica de voltagem fraca, sendo inofensiva, causando o crescimento de calcário, numa especie de construção espontânea.
Outras experiencias foram  feitas e o mesmo fenômeno aconteceu com corais, os corais se desenvolveram de duas a seis vezes mais rápido, chegando a fazer crescer recifes em alguns anos.
Hoje são 60 gaiolas na baia de Pemuteran, e agora o recife ressuscitou e esta melhor que antes, e esse projeto foi tao bom que foi utilizado por cerca de 20 países localizados no Pacifico, no Índico e no Mediterrâneo.
E esse projeto não apenas ressuscita como também torna-os mais resistentes em particular contra o embranquecimento, q ocorre com o aquecimento climático e a taxa de sobrevivência aumenta de 16 a 50 vezes mais. Depois disso a temperatura em Pemuteran subiu a 34 graus nos últimos 2 anos, e apenas 2% dos corais morreram, enquanto antigamente em 1998 morriam quase todos.













Grupo Ptolomeu 

25/05/2013

4 descobertas que desafiam a Física

1. O Sol pode emitir ondas mais quentes que ele mesmo


De acordo com as leis da termodinâmica, o calor viaja sempre do corpo mais quente para o corpo mais frio. É uma lei universal. Ou quase. Ao que tudo indica, o Sol consegue emitir ondas de calor mais quentes do que ele mesmo.
A superfície da estrela tem, em média, 5500° Celsius de temperatura. Já a camada que fica a centenas de quilômetros do Sol, conhecida como “corona”, tem uma temperatura média de um milhão de graus Celsius. Segundo a física, a fonte de calor (o Sol) deveria ser mais quente do que sua emissão.




2. A lei da conservação não funciona o tempo todo

Suponha que a Terra seja consumida por um buraco negro. A massa dele aumenta, da mesma forma que a sua massa aumenta após as refeições. Afinal, tudo o que você comeu ainda está lá dentro. Só que, algumas vezes, os buracos negros desaparecem completamente – levando tudo o que engoliram junto com eles.
Ao desaparecer eles deveriam emitir uma onda de radiação proporcional a tudo o que consumiram. Mas, de acordo com Stephen Hawking, tudo o que eles fazem é lançar ondas aleatórias de energia. De forma simples: se algum dia a Terra for realmente engolida por um Buraco Negro, não só o planeta deixará de existir, mas também qualquer sinal de que um dia ele existiu.



3. A Teoria de Relatividade de Einstein pode estar errada

Segundo Albert Einstein, o limite da velocidade de tudo o que existe em nosso universo é 299,792,458 metros por segundo – a conhecida velocidade da luz. É nessa regra que se baseia a teoria da relatividade do físico.
Foi em 2011, quando cientistas do CERN (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear) dispararam um raio de partículas por 730 km, que a veracidade da teoria foi questionada. O problema é que o raio chegou a seu destino, na Itália, 60 nano segundos antes do que era esperado, o que mostra que o disparo superou a velocidade da luz.



4. A gravidade não faz tanto sentido assim


A gravidade está envolvida em tudo o que fazemos – afinal é ela que nos mantém presos na Terra. Mas e se a lei da gravidade não fosse uma lei? E se ela não fizer sentido? Pois saiba que em menor escala, ela não faz sentido algum. Basta esfregar o tubo de uma caneta do tipo “Bic” em seus cabelos e passa-la por cima de uma pilha de pedaços de papel. O papel é instantaneamente atraído pela eletricidade estática da caneta e gruda nela, contrariando as leis da física.
Esse fenômeno é chamado de “problema da hierarquia de Higgs”. Quando pequenas partículas são analisadas, a gravidade torna-se muito fraca – ela segue as leis de Newton apenas em objetos maiores. Isso significa que, quanto menor for a escala do objeto analisado, maiores são as possibilidades de a gravidade desaparecer completamente.


Grupo Faraday

24/05/2013

Aquele que põe pra dormir

      O peixe Electrophorus electricus, conhecido popularmente como Poraquê (cujo mesmo significa “aquele que põe para dormir”) é uma espécie que habita os rios amazônicos e é muito temido pelos ribeirinhos, pois o mesmo é capaz de derrubar um cavalo!


      O poraquê possui células modificadas que são capazes de gerar eletricidade (eletrócitos), e, quando ameaçado, produz uma descarga elétrica que pode chegar a 500 volts! A mesma voltagem pode matar um homem adulto! Um poraquê adulto pode ter cerca de dez mil mioeletroplacas, que são conjuntos de eletrócitos.

Abaixo, segue um vídeo onde esse “peixe elétrico” é mordido erroneamente por um jacaré desavisado.

      A carga elétrica é tão grande que, os músculos começam a se contrair intensamente, tornando impossível o controle dos movimentos. Os órgãos internos também são afetados, o coração entra em colapso e por fim, para de bater.

                                                                                                                                             Grupo Tesla
Fontes:
Google Imagens - Poraquê
Youtube


19/05/2013

Tinta Sun-Believable

Cientistas do Reino Unido estão desenvolvendo uma tinta especial capaz de capturar luz solar e transformá-la em energia.
Se obtiverem sucesso, as casas e escritórios da Inglaterra juntos poderiam gerar um terço de toda a energia no país. Não teremos mais que utilizar painéis solares, no futuro o máximo que teremos que fazer é passar uma demão de tinta onde quisermos capturar luz para gerar energia.
Isso é feito através de uma mistura de nanopartículas de dióxido de titânio com sulfureto ou seleneto de cádmio, que são dois compostos que absorvem fótons. Os cientistas aplicaram a tinta em um superfície transparente e expuseram na luz solar, mas ela ainda apresenta certas complicações a serem melhorias pois  só conseguem capturar e transformar em energia elétrica 1% da luz solar capturada. Em quando os painéis solares comuns conseguem de 10 a 15% de conversão. Porém eles afirmam que a fabricação da tinta é barata, e muito fácil de ser produzida em grande escala.
Outro problema seria com as cores, pois eles obteriam uma melhor eficiência combinando elementos que gerou uma cor marrom clara. Isso seria um grande problemas já que muitas pessoas poderiam não gostar de ter sua casa com esta cor, porem seria um bom sacrifício por uma economia na conta se luz não é mesmo?
Prashant Kamat e John A. Zahm do departamento de Ciência em Química e Bioquímica da universidade planejam conseguir melhoria e comercializar a tinta até o final de 2014 e esperam que na década de 2020, todos os países já utilizem desta vantagem.


Grupo Ptolomeu